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empregado e feliz
Há opções para os interessados. Hoje, no Distrito Federal são sete faculdades, habilitadas pelo Ministério da Educação, que oferecem o curso Ciência da Computação. Depois de no mínimo nove semestres para se formar, o profissional com o diploma na mão pode trabalhar com desenvolvimento de software, gerência de redes, manutenção e suporte, assim como na formação de educadores para o ensino da área.
Como percebeu o repórter Luiz Quemel não basta gostar de computador para escolher essa área. As disciplinas são pesadas e exigem muito do aluno. Os dois primeiros anos do curso são baseados em conceitos matemáticos e físicos, aptidões não tão comuns na maioria dos estudantes. E hoje em dia, quem é que não gosta de computador?
Essa magia em volta de uma profissão não é novidade. Sempre tem o curso da moda, o curso da vez. O que acarreta excesso de mão-de-obra, falta de emprego, profissionais insatisfeitos exercendo função totalmente contrária a de sua formação.
Na área de informática o campo ainda não está superlotado. Pelo menos com isso os futuros cientistas da computação não precisam se preocupar. O caso é justamente o inverso: há excesso de vagas e falta de profissionais qualificados. Mas não é apenas esse quesito que o estudante deve pensar ao escolher seu curso. A não ser que você queira ser um profissional bem empregado e infeliz.